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Como identificar o câncer de pele

Alguns sinais podem ajudam a diagnosticar a doença de maneira precoce

Por: Redação26/12/2019Tempo de leitura: 3 mins

foto ilustrativa sobre câncer de pele

Entre 2018 e 2019, mais de 170 mil pessoas foram diagnosticadas com câncer de pele no país. Esse é o tipo mais frequente da doença, não apenas no Brasil como no mundo. Mas existem formas de diagnosticar a patologia logo no início.

“A exposição exagerada à radiação ultravioleta causa mutações no DNA das células da pele, que vão se acumulando até que aquelas células comecem a se dividir de maneira descontrolada. Isso é o câncer de pele”, explica Thais Bello Di Giacomo, dermatologista mestre em oncologia, de São Paulo.

Tipos de câncer de pele

Antes de mais nada, existem dois tipos de câncer de pele, o melanoma (com origem nas células produtoras da melanina, que determinam a cor da pele) e o não-melanoma.

O melanoma, embora seja de menor incidência, é mais letal. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), são 2.920 casos novos em homens e 3.340 casos novos em mulheres por ano. O tipo não-melanoma, no entanto, é mais comum, só que menos grave. A estimativa do INCA é de 85.170 casos novos de câncer de pele do tipo não-melanoma entre homens e 80.410 nas mulheres, entre 2018 e 2019.

Mas não é preciso se desesperar. Em ambos os casos, o diagnóstico precoce é fundamental para o tratamento adequado e grande chance de cura.

Como identificar o câncer de pele?

Melanoma

Como, no início, o melanoma pode parecer bastante com uma pinta comum, observar as marquinhas do corpo (ou que de repente aparecem por ele) é o caminho para o diagnóstico precoce do melanoma. Para isso, os especialistas indicam o uso da regra do ABCDE: cinco sinais que devem ser observados nas pintas do corpo. Quando um ou mais sintomas dessa regra são identificados em um pinta, um médico deve ser consultado.

  • Assimetria: uma metade do sinal é diferente da outra;
  • Bordas irregulares: contorno mal definido;
  • Cor variável: presença de várias cores em uma mesma lesão (preta, castanha, branca, avermelhada ou azul);
  • Diâmetro: maior que 6 milímetros;
  • Evolução: mudanças observadas em suas características (tamanho, forma ou cor).

 Além desses fatores, a orientação da dermatologista é também buscar por um especialista caso observe a presença do “sinal do patinho feio”, aquela pinta que se diferencia muito das demais.

Não-melanoma

Esse câncer ocorre principalmente nas áreas do corpo mais expostas ao sol, como rosto, pescoço e orelhas.

Segundo o INCA, ele surge como manchas na pele que coçam, ardem, descamam ou sangram. No mais, aquela feridinha que nunca cicatriza também pode ser um sinal de atenção.

Por fim, se parece difícil estar atento ao corpo todo, a sugestão de Thais é acrescentar à lista de check-up anual uma ida ao dermatologista. Assim, nada passará despercebido.

Escute o episódio 7 do podcast #VaiQueÉFácil e saiba as diferenças entre protetores solares e outras formas de se prevenir contra o câncer de pele.
 

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